Uma funcionária foi demitida por justa causa depois de usar o Microsoft Teams da empresa para trocar mensagens pessoais e de teor sexual com colegas durante o expediente. A decisão foi mantida pela Justiça do Trabalho, em julgamento realizado pela 5ª Vara do Trabalho de Osasco, na Grande São Paulo. O caso ganhou repercussão porque envolve o uso recorrente de uma ferramenta corporativa para assuntos completamente alheios às atividades profissionais.
Segundo o processo, as conversas aconteciam durante a jornada de trabalho e incluíam referências a encontros íntimos que ocorreriam no horário de expediente e até dentro das dependências da empresa. A companhia decidiu aplicar a demissão por justa causa depois de identificar que a funcionária utilizava repetidamente a plataforma de comunicação interna para tratar de assuntos particulares. A autenticidade das mensagens foi confirmada pela própria empregada em audiência, que admitiu manter um relacionamento íntimo com outro funcionário e reconheceu ter trocado conteúdos de teor sexual com ele e com outros colegas.
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